O Blog H. Sweet Secret é um espaço que compartilho conteúdo diversificado. Surgiu em 1° de dezembro de 2011, sendo que inicialmente não sabia ao certo qual estilo pretendia adotar e até mesmo, se deveria focar em apenas uma temática. Com o passar do tempo, fui postando uma diversidade de conteúdos e assim mantive, até porque aprecio dinamismo. Espero que façam bom uso do meu espaço. Grata a todos que acessam!
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sábado, 15 de dezembro de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Fisiologia: Perda de altura no processo de Envelhecimento
Perda da estatura com o processo de envelhecimento, por que ocorre?
Percebemos que com o passar da idade, as pessoa perdem alguns centímetros de altura. Pode parecer estranho, mas isso faz parte da fisiologia do idoso.
Guccione (2002) pontua que a postura espelha o indivíduo, sendo assim ela pode ser a exteriorização do bem-estar, da doença, da auto-estima ou ausência da mesma, das vicissitudes da vida ou simplesmente de processos do desenvolvimento ou do envelhecimento. Segundo este autor, em homens e mulheres entre 60 e 80 anos, a taxa média de diminuição de altura é de cerca de 2 cm por década, podendo atingir até 12cm nos casos mais extremos de perda óssea. e Filho (2000), diz que a partir dos 40 anos, ocorre redução de 1 cm por década. Devido a redução de arco dos pés; aumento da curvatura da coluna; alterações nos discos intervertebrais. Contudo, não há alterações no tamanho dos ossos longos.
REFERÊNCIAS
CARVALHO FILHO, Eurico Thomaz de; PAPALEO NETTO, Matheus. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu, 2000. 447 p. 393-397.
GUCCIONE, A. A. Fisioterapia Geriátrica. 2°ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002
GUCCIONE, A. A. Fisioterapia Geriátrica. 2°ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Hipertensão em idoso
Hipertensão é um problema de saúde que não pode ser negligenciado e constitui um problema de grande prevalência na população brasileira. Devido às alterações dos vasos sanguíneos associadas a idade, principalmente a vasoconstricção, muitos idosos tornam-se hipertensos. Encontram-se sob maior risco, negros e pessoas com histórico de hipertensão, Acidente Vascular Cerebral ou Infarto Agudo do Miocárdio.
A hipertensão é uma doença da circulação vascular resultante do funcionamento defeituoso dos mecanismos de controle da pressão (sistema nervoso central, sistema renina-angiotensina-aldosterona, volume de líquido extracelular). Em relação ao sistema cardiovascular, à medida que o indivíduo envelhece, ocorrem alterações estruturais e funcionais. Há redução das células excitocondutoras do coração, com depósito de colágeno e substituição parcial por tecido adiposo, além de calcificação e fibrose nos tecidos valvulares, especialmente nos anéis mitral e aórtico. Ocorre, ainda, degeneração das grandes artérias, com ruptura e perda de fibras de elastina, depósito de cálcio e colágeno, espessamento da parede vascular e diminuição da elasticidade. A explicação básica é que a pressão arterial é elevada quando existe débito cardíaco aumento mais resistência vascular periférica aumentada. É importante salientar que a hipertensão não tem cura, mas pode-se tratá-la. Em emergências hipertensivas é comum a administração parenteral de vasodilatador ou de um inibidor adrenérgico. Porém, também são recomendados fármacos como nifedipina, clonidina, captopril ou labetalol para auxiliar na redução da pressão arterial.
O papel de enfermagem frente a prestação de cuidado ao idoso hipertenso, é estimular a autonomia do indivíduo e o auto-cuidado. A enfermagem deve estar atenta aos riscos de lesão relacionado com as complicações da hipertensão. Portanto, é preciso que oriente ao cliente a não deixar de comparecer às consultas periódicas para avaliação da pressão arterial ou se possível, ter alguém a disposição para fazer essa aferição em domicílio. Pode-se treinar algum parente ou pessoa próxima, com intuito de detectar elevações persistentes ou graves. Outra atribuição da enfermagem, é estar atenta a quaisquer sinais ou sintomas anormais. Estando atento à estas tarefas, evitará disfunção de qualquer sistema do organismo, principalmente do cardiovascular e do renal.
É importante também avaliar o conhecimento do paciente a cerca da hipertensão e seu tratamento. O profissional deve valorizar o conhecimento do paciente para o sucesso do tratamento.
Estimular o paciente a participar do processo de aprendizagem para adquirir conhecimentos sobre a patologia e seu tratamento. Sendo assim, é preciso que o paciente seja ativo em todo o processo, ficando ciente das limitações, compreendendo a necessidades da mudança de hábitos prejudiciais, tomando as medicações de modo correto, em grande parte dos casos requer que alguém faça acompanhamento para evitar que seja feito uso errôneo e evitar esquecimentos. Uma dica é fazer um check list com o nome das medicações e horários que devem ser tomadas, evitando controle ineficaz do regime terapêutico individual. Principalmente nos casos de uso contínuo, mesmo quando o paciente está assintomático. Ao perceber que o cliente compreende a importância de adesão ao tratamento, a enfermagem deve considerar como um ponto positivo quanto aos resultados esperados. Em casos de internação hospitalar por crise hipertensiva, deve-se verificar se o paciente estava em uso dos anti hipertensivos prescritos. Muitas vezes o paciente por diversas razões deixa de fazer uso, por motivos diversos, mas a enfermagem deve questionar o porque. Quando a questão permeia o financeiro, deve-se encaminhá-lo ao Serviço Social. Também é preciso orientá-lo que há serviços de saúde nos municípios brasileiros que disponibilizam medicações gratuitas, informações nas Secretarias de Saúde.
A intervenção de enfermagem deve estar pautada em prevenção de riscos e agravos referentes ao adoecimento. Em caso de comunidade, é imprescindível a participação popular em programas de educação em saúde, onde além de adquirir conhecimento, o paciente pode colaborar com o seu empirismo. Dessa forma, estará assistido quanto à sua saúde e também compartilhará de suas experiências, sejam elas positivas ou negativas. Porém é importante saber como intervir e corrigir ações que o coloque em condição de risco à saúde. Essa interação promove inclusão social, importante nos aspectos biopsicossocial.
Se durante a triagem houver elevação de pressão, antes do exame deve-se checar:
Monitorar e registrar a pressão arterial pelo menos duas vezes por semana, esses resultados devem ser levados ao médico que faz o acompanhamento do paciente. Deve-se estimular exercícios leves, tais como caminhadas ou atividades apreciadas pelo idoso, sendo estas adequadas a sua condição física e de saúde. A dieta deve ser acompanhada pelo nutricionista, devendo evitar o excesso de sal e gordura nas refeições; evitar consumo de bebida alcoólica e excesso de cafeina; aderir a alguma atividade terapêutica tais como pintura, música ou qualquer outro que o indivíduo aprecie. Tomar medicações corretamente e monitorar a pressão constantemente.
O papel de enfermagem frente a prestação de cuidado ao idoso hipertenso, é estimular a autonomia do indivíduo e o auto-cuidado. A enfermagem deve estar atenta aos riscos de lesão relacionado com as complicações da hipertensão. Portanto, é preciso que oriente ao cliente a não deixar de comparecer às consultas periódicas para avaliação da pressão arterial ou se possível, ter alguém a disposição para fazer essa aferição em domicílio. Pode-se treinar algum parente ou pessoa próxima, com intuito de detectar elevações persistentes ou graves. Outra atribuição da enfermagem, é estar atenta a quaisquer sinais ou sintomas anormais. Estando atento à estas tarefas, evitará disfunção de qualquer sistema do organismo, principalmente do cardiovascular e do renal.
É importante também avaliar o conhecimento do paciente a cerca da hipertensão e seu tratamento. O profissional deve valorizar o conhecimento do paciente para o sucesso do tratamento.
Quanto o paciente sabe sobre a hipertensão?
Ele sabe como controlar esta patologia?
Sabe quais agravos essa doença pode provocar?
Estimular o paciente a participar do processo de aprendizagem para adquirir conhecimentos sobre a patologia e seu tratamento. Sendo assim, é preciso que o paciente seja ativo em todo o processo, ficando ciente das limitações, compreendendo a necessidades da mudança de hábitos prejudiciais, tomando as medicações de modo correto, em grande parte dos casos requer que alguém faça acompanhamento para evitar que seja feito uso errôneo e evitar esquecimentos. Uma dica é fazer um check list com o nome das medicações e horários que devem ser tomadas, evitando controle ineficaz do regime terapêutico individual. Principalmente nos casos de uso contínuo, mesmo quando o paciente está assintomático. Ao perceber que o cliente compreende a importância de adesão ao tratamento, a enfermagem deve considerar como um ponto positivo quanto aos resultados esperados. Em casos de internação hospitalar por crise hipertensiva, deve-se verificar se o paciente estava em uso dos anti hipertensivos prescritos. Muitas vezes o paciente por diversas razões deixa de fazer uso, por motivos diversos, mas a enfermagem deve questionar o porque. Quando a questão permeia o financeiro, deve-se encaminhá-lo ao Serviço Social. Também é preciso orientá-lo que há serviços de saúde nos municípios brasileiros que disponibilizam medicações gratuitas, informações nas Secretarias de Saúde.
A intervenção de enfermagem deve estar pautada em prevenção de riscos e agravos referentes ao adoecimento. Em caso de comunidade, é imprescindível a participação popular em programas de educação em saúde, onde além de adquirir conhecimento, o paciente pode colaborar com o seu empirismo. Dessa forma, estará assistido quanto à sua saúde e também compartilhará de suas experiências, sejam elas positivas ou negativas. Porém é importante saber como intervir e corrigir ações que o coloque em condição de risco à saúde. Essa interação promove inclusão social, importante nos aspectos biopsicossocial.
Se durante a triagem houver elevação de pressão, antes do exame deve-se checar:
- Condição do esfigmomanômetro e do estetoscópio;
- Cerificar se o tamanho do manguito do esfigmomanômetro é adequado à circunferência do braço do cliente;
- Aferição em ambos os braços e nas posições supina, sentada e ereta;
- Questionar se o cliente fumou;
- Questionar se ingeriu bebida alcoólica ou que continha cafeína;
- Passou por estresse emocional.
IMPORTANTE
Cuidar & Ser cuidado
“Tudo que existe e vive precisa ser cuidado para continuar
existindo.
Uma planta, uma criança, um idoso, o planeta
Terra.
Tudo o que vive precisa ser alimentado.
Assim,
o cuidado, a essência da vida humana, precisa ser
continuamente alimentado.
O cuidado vive do amor, da
ternura, da carícia e da convivência”.
(BOFF, 1999)
segunda-feira, 16 de abril de 2012
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