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terça-feira, 29 de maio de 2012

Fobia social: um mal tratável

Você tem medo de encarar uma plateia?

O termo fobia social ou transtorno de ansiedade social é usado para a ansiedade intensa em situações sociais e de desempenho, que leva ao sofrimento e perdas de oportunidades (D'El Rey, 2001). Também conhecida como sociofobia, essa síndrome é caracterizada pelas manifestações de alarme, tensão, nervosismo e desconforto ante a um momento em que a se encontra numa situação de avaliação social. Exemplo disso, diante de uma plateia. Algumas pessoas, seja na vida profissional ou acadêmica, descobrem sua condição sociofóbica em momentos de planejamento de apresentação de trabalho diante de um público. Apesar de estar consciente que este temor é irracional, não conseguem conter-se ante a pressão e fazem até o impossível para evitá-la, sendo que o organismo em dadas situações consegue oportunizar esse escape com reações como a afonia, a voz subitamente some. Tudo comandado pelo fator psicológico.

Nesse transtorno específico, os homens são os mais afetados. Na maioria das vezes é difícil saber quando esse transtorno deu inicio. A percepção é tardia, geralmente notam apenas uma timidez maior que a de outros, como em período de adolescência, onde os estereótipos são comuns.


A forte sensação de julgamento e o medo de estereótipos, tais como burro, fraco, idiota, etc., se faz presente nestas situações. Imaginar diversos pares de olhos secando seus gestos, sua voz, sua interpretação quanto à temática exposta, leva esse individuo a um processo fantasioso, por mais que perceba a falta de atenção dos ouvintes em conversas paralelas durante sua explanação.  Essas pessoas sentem-se presas a um processo psicológico, contudo há tratamento que leva a uma melhor qualidade de vida e ao fim das crises, sendo este medicamentoso ou não.

É importante saber que FOBIA SOCIAL é diferente de TIMIDEZ!

A fobia social requer seriedade no seu enfrentamento, além de reconhecê-la como uma patologia capaz de incapacitar socialmente o indivíduo. Precisa de tratamento e acompanhamento. Muitas pessoas não sabem que trata-se de um transtorno psiquiátrico e por ignorar este fato ou até mesmo por preconceito quanto à busca por ajuda de psiquiatra tendem a chegar em estágios mais sérios. Um dos pontos que precisam ser observados, é o uso de bebida alcoólica no enfrentamento de situações sociais. 


O perigo da fobia está na possibilidade de incapacitar o indivíduo para o estudo, trabalho e outras atividades necessárias ou simples de rotina, impedindo-o de estabelecer vínculos com outras pessoas, permitir aproximações que lhe poderiam ser benéficas como formação de família e crescimento profissional. É comum que o fóbico abandone os estudos e o trabalho, tendendo ao isolamento. Os que ainda conseguem trabalhar, optam por atividades solitárias, com mínima interação interpessoal e principalmente em período noturno, onde o fluxo de pessoas é menor.


O álcool é visto como um facilitador em sociabilizar grupos, principalmente entre jovens. No caso de um indivíduo com fobia social, o uso pode se tornar desmedido no intuito de remediar sua tensão, levando-o ao risco de alcoolismo.


Pessoas com fobia social são alvos fáceis de vendedores, pois como não conseguem recusar facilmente e para livrarem-se da situação, adquirem produtos até mesmo inúteis apenas com intuito de livrarem-se daquela aproximação, assim como nas relações amorosas que apenas atam por conveniência e não por afetividade, pois temem não encontrarem novas oportunidades de relacionamento. Contudo, quando o individuo tem uma relação estável ou o casamento propriamente dito, o cônjuge habitua-se ao convívio com uma pessoa passiva e submissa, permitindo assim o hábito de dominação do parceiro. Mas se submetido a tratamento, é comum ocorrer mudanças que levam a conflitos entre o casal. Porém, se houver cooperação, o problema pode ser sanado através do respeito e compreensão do outro. A psicoterapia de casais é indicada.

É possível que após a intervenção medicamentosa, o indivíduo possa ter uma mudança de comportamento brusca. Pode apresentar-se hostil nos meses iniciais do tratamento, pois é direcionado à auto-afirmação e adaptação de uma nova realidade. São obrigados a enfrentar novas ocasiões a que antes se negavam, portanto se vêem obrigados a encarar seu medo, sem subterfúgios. Isso até conseguirem estabilizar seu novo condicionamento. Quem convive com estas pessoas, pode chocar-se a principio pela dose de agressividade apresentada inicialmente, a exemplo da família que pode crer que o tratamento surtiu efeitos negativos e protestar sobre o mesmo. Porém, é preciso entender que esse comportamento diferente representa a eficácia do tratamento, pois a pessoa submissa tende  a não protestar quanto às decisões dos outros, não consegue negar  mesmo que a situação lhe desagrade e mantem-se fiel aos desejos e despautérios alheios. Contudo, a fase agressiva e hostil tende a ser passageira. Em média entre três a quatro meses, o paciente consegue se restabelecer e não recai ao estado fóbico. Contudo é importante avaliação periódica, principalmente em casos em que a agitação e hostilidade se mantém.


Fobia social apresenta sintomas clássicos do transtorno de ansiedade, antes de acontecer a ação expositiva e diante de observadores. As sintomatologias comuns são: tremores, sudorese intensa,  dificuldade em verbalizar, sensação de bolo na garganta, dores leves a cólicas abdominais, diarreia, fome intensa ou falta de apetite, dores de cabeça, tontura, falta de ar, instinto ativo de fuga, dentre outros. Esses fatos podem ocorrer com dias de antecipação e a cada proximidade da exposição ficarem mais intensos. Ocorrem em momentos comuns, durante a execução de atividades simples como comer, beber, escrever, ler, falar, dirigir, cantar ou tocar instrumento musical, ir ao banheiro diante ou com proximidade de público. No caso do banheiro, essa fobia é típica nos homens pelo medo de comparação que podem afetar ainda mais a baixa autoestima.

Vale enfatizar que a fobia social, caracteriza-se por:
  • Ansiedade muitas vezes associada a ataque de pânico; 
  • Ansiedade intensa frente a grupos; 
  • Ansiedade antecipatório (sofre dias antes do evento ou só de imaginá-lo);
  • Erubescência (corar);
  • Tremores em extremidades (pés e mãos) e na voz;
  • Sudorese excessiva, geralmente nas mãos;
  • Suor frio;
  • Palpitações;
  • Calafrios;
  • Temor de enrubescer: medo de corar;
  • Temor de balbuciar;
  • Temor de ser observado/analisado e avaliado de modo negativo;
  • Temor de estereótipos: ser visto como fraco, incapaz, louco, ansioso, fraco, estúpido;
  • Temor de que suas opiniões possam desagradar;
  • Temor de que suas opiniões possam não interessar aos outros;
  • Temor de não comporta-se adequadamente em situações sociais;
  • Tendência ao isolamento.
Analisando as diferenças entre timidez e fobia social: É possível obter essa compreensão observando processos internos e externos.

  • Ambas situações ocorrem diante de um público. Exemplos comuns disso ocorrem em sala de aula e em reunião de trabalho. Onde o indivíduo está sob o olhar atento ou não de outros, porém ele encara a situação como uma ameaça e ambos acreditam que o medo é irracional, mas o fóbico não consegue driblá-lo.
  • O tímido ele não sente medo, ao contrário do fóbico. O tímido apresenta apenas um desconforto por estar em evidência, diferente do fóbico que fica apavorado por sentir-se susceptível ao julgamento.
  • O fóbico mostra-se ansioso antecipadamente ao momento da exposição com sintomatologias já descritas anteriormente, facilmente somatiza o que julga ser problema. Mas ambos mostram-se ansiosos no momento da situação.
  • Durante a execução da ação frente ao público, a ansiedade para o fóbico mantem-se alta, enquanto o tímido se adapta a situação.
  • Se houver possibilidade de fuga, o fóbico não exita, enquanto o tímido não chega a esse ponto.
  • O fóbico fica susceptível a crise de pânico, o tímido não.
  • Naturalmente, esse desconforto pode ocorrer mais de uma vez tanto para o fóbico quanto para o tímido. Porém, para o fóbico o sofrimento é constante.

Quanto ao processo interno, no que concerne a fatores psicológicos da timidez e da fobia social, há diferenças sutis, contudo significativas. Sob a ótica do autoconceito e auto-atualização, na fobia social há grande número de auto-referência negativa. Ou seja, na exploração do "eu" há mais áreas avaliadas negativamente. E também um enorme desequilíbrio entre o auto-conceito em relação a capacidade de encarar ameaças externas e visão do outro como ameaçador. Então, o tímido fica em dúvida quanto à sua capacidade de desempenhar ações e a visão alheia como potencialmente capaz de fazer críticas, enquanto nos fóbicos, juntam a percepção de fragilidade pessoal e a crença que os outros estão prontos a derramar críticas quanto à sua atuação, de modo a tirar proveito da situação.


Os fóbicos  reconhecem seu medo exacerbado e irracional, sabem que o temor não condiz com a realidade, porém sentem-se impotentes para lidar com a situação. Nesse caso, ser consciente do que é real e ter bom senso não resolvem o problema, por este ser de caráter orgânico/cognitivo e estar fora do controle do paciente. Dita como uma batalha da mente, causa grande desgaste emocional e tende a piorar quando o confrontam pela falta de atitude em superar o problema, isso o leva a optar pelo isolamento.


Há vários testes de avaliação da Fobia Social, um deles é o de Liebowitz.

  • Teste de Liebowitz: A Escala Liebowitz de Ansiedade Social (LSAS) é um questionário cujo objetivo é determinar a amplitude das interações sociais e situações de desempenho que indivíduos com fobia social temem ou evitam. É também uma ferramenta de avaliação popular usada pelos pesquisadores para avaliar a eficácia de vários tratamentos para o transtorno de ansiedade social, incluindo testes farmacológicos. Essa escala possui 24 itens, sendo que cada item consiste numa determinada situação, que deve ser classificada (a) em termos da ansiedade / medo que provoca e (b) da frequência do seu evitamento. Responda a TODAS as questões com base no que aconteceu recentemente, e caso a situação não tenha ocorrido, imagine o que teria acontecido na situação referida.
Faça o teste em InPA online


Crises de ansiedade na Fobia Social


Devem ser avaliados pelos ângulos de incidência, embora as pessoas não busquem ajuda quando percebem esse tipo de problema, por acreditar ser algo nato. Facilmente confundem fobia com timidez, porém essa distinção requer atenção para os fatores diferenciais. O percentual na população certamente é crescente, porque 'quem apresenta a fobia não sente-se seguro a encará-la e não busca ajuda e quanto aos que convivem com essas pessoas que não são capazes de notar o problema. O inicio da fobia social se dá geralmente no final da adolescência, mas é possível ocorrer em outras épocas. O inicio pode ser brusco, ante uma situação inesperada em que a pessoa se encontra sob forte tensão em cumprir uma atividade em público ou de inicio insidioso e lento, tendo a ansiedade agravada progressivamente.  

Nem toda timidez evolui para fobia!

*Autoconceito na fobia é mais comprometido.


Nesse transtorno, a dor é desencadeada na própria crise de ansiedade, nas humilhações e na obstrução à auto-realização. Somado a isso, podem vir sentimentos obsessivos e comportamentos compulsivos.


A remissão espontânea é possível, pode ocorrer algo circunstancial que leve a pessoa a mudar o auto-conceito.


Atualmente os tratamentos recomendados são terapia medicamentosa e terapia comportamental cognitiva, que podem ser administrados juntos ou separadamente. O que difere estas terapias é que o tratamento medicamentoso começa a fazer efeito imediatamente, contudo ao suspender as medicações, os sintomas voltam e quanto à terapia comportamental, demora a surtir efeito, porém ao fim do tratamento os sintomas não voltam. O foco do tratamento deve estar no auto-conceito e o conceito que se tem sobre os outros. Apesar da grande eficácia, os tratamentos nem sempre conseguem sanar o problema.

Medicações usadas: Clonazepan, Paroxetina, Tranilcipromina, Moclobemida.


Algumas destas medicações podem ser combinadas para potencializar o efeito, exceto Tranilcipromina (IMAO) com Paroxetina (é o mais potente e seletivo ISRS antidepressivo inibidor seletivo da recaptação da serotoninaque é contra-indicada. 


Ver interações em: Interações Medicamentosas em Psiquiatria

Curso gratuito promovido pelo site Só enfermagem

REFERÊNCIAS

D'El Rey, G. J. F. (2001). Fobia social: mais do que uma simples timidez. Arquivos de Ciências da Saúde da Unipar, 5(3), 273-276.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Saúde Mental: Alimentos que trazem benefícios ao cérebro




Amora:  Todo mundo sabe que quanto mais velho ficamos, mais difícil fica aprendermos coisas novas. E por quê? Para processar novas informações, as células do nosso cérebro precisam “conversar” umas com as outras. Quanto mais velhas elas ficam, mais inflamam e mais difícil fica para elas se comunicarem. A solução? As maravilhosas amoras possuem potentes antioxidantes conhecidos como polifenóis que diminuem essa inflamação e incentivam a comunicação entre os neurônios, melhorando a nossa capacidade de absorver novas informações.




Café: Alguns pesquisadores acreditam que a cafeína e os antioxidantes do café são protetores. Um estudo finlandês com mais de 1.400 consumidores de café revelou que as pessoas que bebiam entre três e cinco xícaras de café por dia (com idade entre 40 e 50 anos) tinham 65% menos chance de desenvolver mal de Alzheimer em comparação com os que tomam menos de duas xícaras por dia. Vamos fazer um cafezinho?



Maçãs: As maçãs são a fonte principal de quercetina, um químico de plantas antioxidantes que mantém os fluidos mentais protegendo as células do cérebro. A quercetina também defende as células do cérebro de atentados de radicais livres que podem danificar o revestimento exterior dos neurônios e, eventualmente, levar ao declínio cognitivo. Se quiser aproveitar bem, coma as maçãs com casca, local onde se encontra a maioria da quercetina.




Chocolate: Em 2009, um estudo descobriu que comer pouco menos de 10 gramas de chocolate por dia ajuda a proteger contra perda de memória relacionada à idade. O crédito vai para os polifenóis do cacau, que aumentam o fluxo sanguíneo para o cérebro.




Canela: Um dos sintomas do mal de Alzheimer são as placas beta-amilóides, bem como o “emaranhado” no cérebro causado por proteínas que podem matar células do cérebro. Agora, pesquisas recentes da Universidade da Califórnia revelam que dois compostos da canela – proantocianidinas e cinamaldeído – podem inativar estas proteínas. A pesquisa ainda está no começo, mas se não ajudar, uma pitada de canela também não vai fazer mal nenhum a ninguém.



Espinafre: As folhas verdes do espinafre possuem nutrientes como folato, vitamina E e vitamina K, que impedem a demência. Um estudo de 2006 revelou que comer três porções de folhas verdes, vegetais amarelos e/ou crucíferos por dia pode atrasar o declínio cognitivo em 40%. Desses três itens, as folhas verdes são as que mais protegem. Tente regar seu espinafre com um pouco de azeite. Sua gorduras saudáveis aumentam a absorção das vitaminas lipossolúveis E e K.



Azeite Extra Virgem: Já ouviu falar em ADDLs? Elas são proteínas induzidas pela doença de Alzheimer que são tóxicas para o cérebro. Nos estágios iniciais da doença, elas “grudam” nas células do cérebro, tornando-as incapazes de se comunicarem umas com as outras e, eventualmente, levando à perda de memória. O azeite extra virgem pode ser um inimigo potente contra ADDLs, pois é rico em oleocanthal, um composto que desativa as perigosas proteínas.




Salmão:  O salmão é uma grande fonte de DHA, uma gordura ômega-3 predominante no cérebro, que os pesquisadores acreditam que protege contra a doença de Alzheimer. É também a fonte número um na natureza para obter vitamina D, um nutriente que protege contra o declínio cognitivo. Um estudo de 2010 revelou que os idosos que têm deficiência de vitamina D são 40% mais propensos a sofrer de perda de memória relacionada à idade. Melhor comer um salmão, não?



Curry: A cúrcuma, uma prima do gengibre, é uma das principais especiarias do caril (ou curry). A cúrcuma é especialmente rica em curcumina, um composto que inibe a doença de Alzheimer. Ele não só bloqueia a formação de placas de amilóide beta, como também impede a inflamação dos neurônios e reduz o colesterol que entope as artérias (o que poderia reduzir o fluxo sanguíneo para o cérebro).




Suco de Uva Concórdia: Os mesmos polifenóis saudáveis para o coração no vinho tinto e no suco de uva, especialmente na variedade feita a partir de uvas vermelhas e roxas do tipo concórdia, podem também proteger seu cérebro. Pesquisadores descobriram que idosos com declínio de memória que beberam suco de uva diariamente melhoraram significativamente sua memória espacial e sua habilidade de aprendizagem verbal. Os pesquisadores acreditam que, como as amoras, os polifenóis do suco de uva melhoram a comunicação entre as células cerebrais.

Fonte: Hypescience/CNN

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Comportamento: Schadenfreude

Quando o preguiçoso que trabalha com você comete um erro que poderia lhe causar um desconto no salário ou até mesmo uma demissão, você se sente mal por ele ou tem que lutar para esconder seu sorriso?



Se você sorri, você acabou de experimentar o “schadenfreude”, palavra alemã que significa sentir prazer com a desgraça dos outros. Agora, os pesquisadores entendem melhor porque sentimos essa emoção aparentemente estranha e controversa. Na realidade, isso pode ser uma maneira de você se sentir mais confiante e melhor consigo mesmo. É uma espécie de auto-afirmação. 
Se alguém se sente bem com a desgraça dos outros, então há algo nesse infortúnio que é bom pra ela. Quando se pensa que alguém mereceu o azar, a pessoa se torna menos invejosa e melhor sobre ela mesma. Em um estudo da Universidade de Leiden, na Holanda, 70 estudantes foram avaliados de acordo com as emoções que sentiam quando viam o fracasso de outros. As pessoas com baixa autoestima foram mais propensas a apresentar características do schadenfreude, não conseguindo resistir ao riso vendo outras pessoas se darem mal. No entanto, os pesquisadores descobriram que, independentemente da autoestima, aqueles que se sentiam ameaçados pelas pessoas que cometeram erros se sentiram felizes com isso. A razão disso pode ser a auto-afirmação de quem se sentia ameaçado. Se você sente uma espécie de alegria com as falhas dos outros, você é uma pessoa má? Calma, não exatamente. Afinal, todos nós praticamos schadenfreude em algum momento de nossas vidas. O problema é que, enquanto a maioria das pessoas acha graça de pequenos erros de colegas, outras experimentam schadenfreude frente a infortúnios graves. 

Fonte: LiveScience

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