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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Avalie-se com esse mini teste de comportamento!




Esse teste é muito interessante. São 6 perguntas, partindo de situações corriqueiras esse teste analisa através de sua reação como você é na realidade ante as situações que a vida cobra de você.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Comportamento: Cruzada de pernas


A mulher sabe ser sensual quando quer e tem armas que hipnotizam os homens, uma dessas armas é a "bela cruzada de pernas", de um modo natural e ousado. Mas não como a 'cruzada' de Sharon Stone em Instinto Selvagem.



O livro " Desvendando os segredos da Linguagem Corporal" de Allan e Barbara Pease da Sextante, traz no capítulo 8, descrições sobre cruzadas de perna em geral e na página 149, no item "Pernas Cruzadas" diz que a cruzada de perna feminina é um poderoso signo de feminilidade e ainda comenta que em pesquisa realizadas para embasar o livro, 86% dos homens consultados sobre pernas femininas votaram nesta como a forma mais atraente da mulher se sentar.

Contudo, para evitar vulgaridade, é bom estar com uma peça que a deixe confortável. Pois usar saia ou vestido muito curto pode denotar outros significado que não é sensualidade e sim, uma propaganda gratuita de calcinha, caso esteja usando, ou como o termo mais utilizado por ai, que é 'pagar calcinha'. Britney Spears, Paris Hilton e tantas outras, apesar das críticas negativas, ganharam páginas em revistas famosas e destaque em sites da internet por esse pequeno descuido, mas nós moças 'comuns' e que apenas temos nosso nome a zelar, levaremos fama de 'pitiguete'!

Cruzar as pernas com elegância exige um pouquinho da mulher, como uma boa postura corporal. Quem não consegue manter a coluna ereta, só para alertar, o pilates faz milagre! E o jeito de sentar também conta, tem gente que ao sentar faz igual a velha surda da 'Praça é nossa' , se joga na cadeira. 



Pior é quando vamos ao cinema ou algum lugar mais estreito, como mesa de restaurante ou barzinho, para cruzar as pernas com elegância, mantendo a coluna retinha como uma bailarina e no meio da cruzadinha... chutamos a mesa ou a cadeira de alguém... Que deselegante! Mas como para tudo, há um jeito e com jeito, tudo dá certo. Pelo menos na maioria das vezes. O desafio maior é, quando entre uma perna e outra começa a ficar quente e inevitavelmente suar. Hummm... Troca o lado! Mas e se o problema for pernas juntas, fica bem mais difícil mantê-las sem cruzar e com os joelhos unidos, em alguns casos é extremamente desconfortável. 

Quanto ao móvel onde sentar com as benditas cruzadas, sofás muito macios que afundam não combinam com minissaia, mas cada uma com seu jeitinho e sua feminilidade, evitando a vulgaridade que atrai a maledicência como um imã.



Uma dica: Se não consegue ficar muito tempo assim e quer parecer sútil com elegância, vai tentando que uma hora você acostuma ou...



segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Comportamento: Schadenfreude

Quando o preguiçoso que trabalha com você comete um erro que poderia lhe causar um desconto no salário ou até mesmo uma demissão, você se sente mal por ele ou tem que lutar para esconder seu sorriso?



Se você sorri, você acabou de experimentar o “schadenfreude”, palavra alemã que significa sentir prazer com a desgraça dos outros. Agora, os pesquisadores entendem melhor porque sentimos essa emoção aparentemente estranha e controversa. Na realidade, isso pode ser uma maneira de você se sentir mais confiante e melhor consigo mesmo. É uma espécie de auto-afirmação. 
Se alguém se sente bem com a desgraça dos outros, então há algo nesse infortúnio que é bom pra ela. Quando se pensa que alguém mereceu o azar, a pessoa se torna menos invejosa e melhor sobre ela mesma. Em um estudo da Universidade de Leiden, na Holanda, 70 estudantes foram avaliados de acordo com as emoções que sentiam quando viam o fracasso de outros. As pessoas com baixa autoestima foram mais propensas a apresentar características do schadenfreude, não conseguindo resistir ao riso vendo outras pessoas se darem mal. No entanto, os pesquisadores descobriram que, independentemente da autoestima, aqueles que se sentiam ameaçados pelas pessoas que cometeram erros se sentiram felizes com isso. A razão disso pode ser a auto-afirmação de quem se sentia ameaçado. Se você sente uma espécie de alegria com as falhas dos outros, você é uma pessoa má? Calma, não exatamente. Afinal, todos nós praticamos schadenfreude em algum momento de nossas vidas. O problema é que, enquanto a maioria das pessoas acha graça de pequenos erros de colegas, outras experimentam schadenfreude frente a infortúnios graves. 

Fonte: LiveScience

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