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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Você é feliz? Observe os sinais!





5 SINAIS DE INFELICIDADE


1. Assistir muita TV: As pessoas infelizes ficam na frente da TV 30% mais do que as pessoas felizes. Às vezes, depois de um dia estressante simplesmente muitos gostam de ficar vegetando na frente da TV, relaxando e deixando a mente se derreter no mar dos reality shows, novelas, dramas etc. Se essa é sua rotina de noite após noite, é melhor abandonar o controle remoto por um tempo. Segundo estudos realizados desde de 2008, o tempo excessivo na frente da TV é um possível sinal da infelicidade.

2. Mal relacionamento: Pessoas infelizes podem ter mais dificuldade de resolver questões ou problemas de imediato. Eles não conseguem ampliar os círculos de amizade e conhecer novas pessoas. E normalmente, as novas amizades azedam rapidamente.

3. Stress incontrolável: De acordo com a psicologia positiva, Um ambiente de bem-estar desempenha um papel importante na busca das pessoas pela felicidade. Sentindo-se seguro e confortável gera contentamento e satisfação. Por outro lado, um ambiente excessivamente estressante promove a ansiedade e insegurança. Um estudo que comparou estresses controláveis e incontroláveis constatou que este último proporcionou maior infelicidade. Embora o estresse nos obriga a trabalhar mais eficientemente e alcançar objetivos maiores, pode afetar a felicidade a longo prazo.

4. Insônia: Após uma noite se revirando na cama, você finalmente consegue dormir, quando percebe o alarme toca e já é hora de levantar. Sem dúvida essa não é a melhor maneira de começar o dia. Em uma pesquisa da revista "Science", 909 mulheres trabalharam de bom humor e mantiveram um bom relacionamento durante o dia. Ao pedir para que não dormissem o suficiente elas apresentaram estresse e consequentemente, infelicidade.

5. Procura constante por prazer: Na década de 1970, uma equipe de psicólogos liderada por Philip Brickman chegou a uma conclusão surpreendente sobre os seres humanos e a felicidade. A pesquisa comparou o nível de felicidade de um grupo de vencedores de loteria e de um grupo de recém paraplégicos e descobriu que ambos os grupos não tiveram mudança de felicidade a longo prazo. Os investigadores atribuíram esse fenômeno a capacidade de adaptação do ser humano. Com o tempo as pessoas irão adaptar-se às circunstâncias, sendo elas positivas ou negativas. No caso dos ganhadores de loteria, o fato de se tornar milionário da noite para o dia não os trouxe felicidade a longo prazo. Em vez disso, as pessoas podem ficar presas no que Brickman chamou de "esteira ergométrica", ou seja, uma busca incessante por melhores bens materiais e prazer. O problema com esta busca é seu vazio interior. Por definição, o prazer é momentâneo, nos deixa querer mais. O contentamento, por outro lado, significa apreciar as circunstâncias presentes.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Livro 10 - O mapa do amor




  • O Mapa do Amor- Tudo o que você queria saber sobre o amor e ninguém sabia responder. Fundamentado em pesquisas nacionais e internacionais, Ailton Amélio desvenda a trama intricada dos relacionamentos amorosos, desde as formas de abordagem mais comuns entre os casais: o jeito de olhar, a postura durante o jogo da conquista, o gestual e os diálogos até as situações limitadoras desse envolvimento, como a timidez.

  • Editora: Gente
  • Autor: Ailton Amélio

    Ano: 2001

  • Edição: 4
  • Número de páginas: 309

quinta-feira, 29 de março de 2012

Autocontrole


Decisões fazem parte de nossa vida, diariamente. Mas há situações em que perdemos o controle pelo simples fato de permitirmos a imperatividade da impulsividade. Certo o dito popular que afirma: "Colhemos o que plantamos". Sendo assim, quando perdemos o controle de quantidade de comida, por exemplo, aquele mega 'sanduba' repleto de queijo, bacon, hamburger e mil outros ingredientes gordurosos, acompanhado de um 'refri' de 700ml. Sabemos que pagaremos por isso, engordando e prejudicando a saúde. Ou então, diante de uma situação no trânsito, perder a paciência e xingar o motorista por um problema ou ainda, partir para agressão física, em que tanto você quanto ele são responsáveis, mas é sempre mais fácil acusar o outro do que assumir a culpa, sem nem sequer analisar os fatos.

Para Roy Baumeister,  escritor e psicólogo americano:

“ O autocontrole é mais importante que a autoestima .”

Ele defende que nossa avaliação sobre nós mesmos depende de sermos bem-sucedidos em controlar nossos impulsos. E acrescenta: “E quando a força de vontade está baixa, recorremos a estratégias que demandam pouco esforço e tendemos às opções mais fáceis”. Isso ele classifica como diminuição da força de vontade. Sendo assim, perceba, é mais fácil você fazer a 'limpa' na geladeira pela manhã ou à noite? Segundo Baumeister, sejam grandes ou pequenas, as decisões sempre consomem energia. E prossegue: “Escolher qual o queijo botar no sanduíche pode ser tão desgastante quanto saber se você realmente quer se casar com alguém”, afirma. Sabemos o quanto é importante a nossa autovalorização e a autoestima, estudos de psicólogos demonstram que ter apenas autoestima, não garante bons frutos na vida profissional ou pessoal. Segundo analises sobre estes estudos, o sucesso depende mais da capacidade de controlar a impulsividade, valorizar resultados a longo prazo, ou seja, ter paciência para vivenciar o processo completo, sem atropelar fases em prol de objetivo maior. De fato para pessoas extremamente ansiosas e impulsivas, esse processo é uma tortura. Segundo Baumeister, o autocontrole é muito mais significativo para ajudar as pessoas a serem bem-sucedidas em suas vidas, a atingir seus objetivos. Deste modo, evitando tomar muitas decisões, pois as pessoas de maior autocontrole são as que evitam as pequenas escolhas diárias, com essa economia, fica mais fácil tomar decisões mais difíceis.


Roy Baumeister e John Tierney lançaram o livro Willpower: Rediscovering the Greatest Human Strength (Força de vontade: Redescobrindo a maior força humana.) Editora: New York : Penguin Press, 2011.




Fonte: Revista Época/Galileu

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Livro: Mentes Inquietas

Mentes inquietas é um livro esclarecedor, com abordagem séria e detalhada (além de bem-humorada) do que acontece dentro do dínamo que é o cérebro de homens, mulheres e crianças com DDA; Distraído, enrolado, esquecido, desorganizado, impulsivo, agitado, inquieto. Estes são alguns dos adjetivos mais comuns usados para descrever o comportamento de pessoas que - injustamente tidas como preguiçosas, irresponsáveis e rebeldes - na verdade possuem um funcionamento mental diferente. O fato de ter o Distúrbio do Déficit de Atenção também pode (com a correta canalização do imenso potencial que os DDAs têm ) significar criatividade, energia, inovação e ousadia.
 
Editora: Gente
Autor: ANA BEATRIZ BARBOSA SILVA
Origem: Nacional
Ano: 2003
Número de páginas: 222 

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