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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Incrível: Vodka salva cadelinha



A cadelinha, ainda filhote, lambeu fluido para radiador em uma garagem. Em cerca de meia hora, Cleo começou a passar mal e recusar comida. Sua dona, Stacey Zammit, 27, tinha de agir rapidamente, já que os rins de Cleo corriam o risco de parar de funcionar. Ela correu com a cadelinha para o veterinário.

"Cleo ainda é pequena. Não é necessário muito fluido para radiador para envenená-la", afirmou o veterinário Scott Hall.
Em vez de dar um remédio, Hall perguntou se alguém no consultório não tinha alguma bebida alcoólica. Uma de suas assistentes, então, foi buscar uma garrafa de vodca que tinha no carro.  Foi o que salvou a vida de Cleo.
Explicação: O álcool impede uma reação química no fígado que pode fazer os rins pararem de funcionar. Hall deu a vodca para a cadelinha pingando gotas no nariz de Cleo, que precisou consumir mais de um terço da garrafa em dois dias de tratamento.
FONTE: UOL

domingo, 2 de setembro de 2012

Absurdo: Uso de absorvente interno embebido em vodka


Já ouvi falar em detonar trocentas caixas de cerveja num mesmo dia, manter cobra coral dentro da garrafa de cachaça para a bebida manter-se mais forte (chamada cachaça de cobra, comum em vilarejos), mas USAR ABSORVENTE INTERNO EMBEBIDO EM VODKA...estranho, hein! Essa maluquice virou moda na Alemanha e desde 2011 são divulgadas matérias sobre o assunto, sendo o objetivo disto, disfarçar o cheiro do álcool e conseguir 'chapar' mais rápido. As adolescentes tem investido nesse método, inclusive os garotos, que introduzem no ânus. Esse modo de embriagar já foi e ainda é utilizado nos Estados Unidos, por causa da proibição do uso de bebidas alcoólicas para menores. Num episódio de CSI (08x16) foi abordada essa tática.

Aqui no Brasil, será que isso teria chance de ocorrer? Por aqui nomearam de Caipireca, bem original. Apesar da proibição da lei brasileira do uso de álcool por menores, não há fiscalização suficiente. Por isso creio que se ocorre em nosso país, é só por modismo mesmo. 

Segundo a ginecologista Elizabeth Eichler para o site Meia Hora, essa forma de utilizar o absorvente interno aumenta o risco de infecções. A prática também faz crescer o risco de se contrair doenças sexualmente transmissíveis, chegando a causar até lesões cancerígenas na vagina ou no ânus.“A mucosa é extremamente sensível. Quando entra em contato com o álcool dessa forma, provoca feridas e ulcerações”, explica Eichler, ressaltando que, nesses casos, a bebida chega rápido à corrente sanguínea porque não passa pelo processo digestivo.

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