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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Nunca diga nunca



Em certos momentos temos convicção plena ao dizer não, sim ou mesmo talvez. Pior negar-se a ação e saborear o amargo gosto do arrependimento, portanto melhor arrepender-se do que fez a lamentar o não feito. Sem agir, como formar opinião? Lógico que não me refiro à drogas, pois quanto à isso, é só analisarmos exemplos e consequências. Muitas vezes o medo de vivenciar algo novo, mesmo que signifique atropelar a ética e a formalidade, nos impede de enxergar os fatos por um ângulo diferente. Não é preciso cometer um pecado diariamente, mas evitar o pecado de dizer "eu nunca farei...". Esse talvez seja um dos maiores erros e até hipocrisias. Assim como o mundo dá voltas, a vida se encarrega de trazer surpresas, independente de consequências. Experiências por vezes são válidas e em certos casos, desastrosas. Mas que adianta sair desse mundo sem cometer deslizes, usufruir de prazeres proibidos, mergulhar de cabeça em alguma situação mesmo prevendo alguns riscos. Planejar os passos é imprescindível, mas arriscar uma caminhada mesmo curta às cegas, por vezes é preciso, seja para quebrar a rotina ou para sentir uma boa dose de adrenalina. Quando erramos, certo que nós pagamos pelo erro, cedo ou tarde e não há receita ou moeda exata para efetivar essa questão.  Mas se há algo que desejamos, porque não? O sentimento de culpa em certas ocasiões incomoda, mas não causa tanto incomodo quanto dimensão de êxtase que se pode sentir. Tudo parte do "saber fazer" e o quanto se quer arriscar. Pois há ocasiões impossíveis de evitar, assim como pessoas impossíveis de resistir.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Trabalho noturno aumenta risco de diabetes





Profissionais que trocam o dia pela noite fazem alterações no relógio biológico. Nem todas essas mudanças, no entanto, são bem recebidas pelo organismo. Pesquisadores da Universidade de Harvard, em Boston (Massachussets, EUA), afirmam que mulheres que trabalham de madrugada têm maior tendência a contrair diabetes. As taxas dessa tendência, segundo os pesquisadores, não são pequenas. 

O estudo foi conduzido em um hospital, que conta com enfermeiras de horário diurno e outras que cumprem turno à noite. A comparação entre os dois grupos mostrou que as auxiliares com mais de três anos no emprego têm 20% a mais de chances de adquirir diabetes mellitus do tipo 2. Se a enfermeira está no posto noturno há mais de vinte anos, a possibilidade de contrair a doença sobe para 60% em relação às que trabalham durante o dia. A principal razão para esse aumento de risco, como os médicos já suspeitavam, é efeito colateral dos empregos noturnos: o aumento do peso. Se não souber organizar os horários, a pessoa que trabalha de madrugada acaba dormindo mal e se alimentando pior. Essas disfunções se relacionam diretamente com a obesidade e, em seguida, com a diabetes. Para chegar a um resultado mais preciso, a pesquisa também levou em conta fatores externos da vida de cada enfermeira, tais como histórico familiar de diabetes, vícios como álcool e fumo, alimentação fora do período de atuação e horas de sono nos períodos de folga. Dessa forma, os pesquisadores afirmam que o simples fato de trabalhar à noite não representa necessariamente um risco, mas os hábitos de saúde devem ter vigilância dobrada.

Fonte: Hypesciece/ CNN

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