terça-feira, 26 de junho de 2012

Viva!


Sustentabilidade

Meio ambiente ~ Aquecimento global ~ Economia de recursos naturais ~ Reciclagem ~ ...

" Desde a Rio-92, o tema do desenvolvimento sustentável ocupa lugar central na política externa brasileira. A proposta do país de sediar a Rio+20 se enquadra nessa prioridade, ao criar oportunidade para que todos os países das Nações Unidas se reúnam, mais uma vez no Rio de Janeiro, para discutir os rumos do desenvolvimento sustentável para os próximos vinte anos." 



Esse parágrafo é uma introdução das páginas da Rio+20. Fala-se muito em SUSTENTABILIDADE, que tem como conceito, segundo SWU, a ideia central da sustentabilidade é que é possível continuarmos vivendo e nos desenvolvendo de forma com que haja continuidade e equilíbrio em relação aos recursos disponíveis. Tudo o que se retira – se apenas retiramos – uma hora vai acabar. Assim, devemos oferecer ao planeta tanto quanto retiramos dele.

Fala-se muito em sustentabilidade, mas onde estão os meios para viabilizar a prática?

Por mais mais que se queira transformar a realidade, é preciso recursos para tal. Pensar no amanhã requer mudanças de atitude hoje e quando se fala em preservação ambiental, não há como desvincular as futuras gerações e a qualidade de vida que terão. 

O papel mal utilizado de hoje fará falta amanhã... coisas assim após séculos de destruição de árvores é levado a sério. Pois bem, muito foi discutido na ECO 92, atualmente o que está em foco é  a RIO +20 discutindo 'desenvolvimento sustentável'.
  • Quanto tempo você leva no banho?
  • Quantos banhos você toma por dia?
  • Você pratica acoleta seletiva?
  • Já pensou em utilizar a água do banho para outras atividades (ex.: lavar o carro)
  • Utiliza água da chuva para alguma atividade? (ex.: regar plantas)
  • Que tal deixar o carro em casa e utilizar transporte coletivo ou bicicleta?
É imprescindível mudar velhos hábitos! Assim, de pouco em pouco, as pessoas seguem tentando aderir ações diferenciadas e que reduzam impactos ao meio ambiente.


Uma casa sustentável... quanto seria a média (R$) para um investimento como este? Segundo o site Ecologia Urbana, "os custos de construção das casas sustentáveis são, em média, 30% maiores do que os custos envolvidos na construção de uma casa pelo método tradicional. No entanto, se analisarmos mais de perto e com mais atenção, veremos que esse custo inicial maior, se refletirá num ganho posterior considerável". Ainda acrescenta que o principal culpado pela falta dessa ação é o próprio governo, pois este deveria incentivar esse tipo de construção e reduzir imposto dos materiais certificados ou reciclados que venham a ser empregados. É um investimento válido, mas ainda impraticável para muitos. Ainda na materia do site, é relatado que alguns materiais são caros porque o governo exige uma série de tributos e de burocracias que acabam encarecendo a utilização desse tipo de material. 

Todo produto para que se torne de uso comum, deve ter uma alta aquisição por consumidores, sendo assim, devem haver ações estratégicas para que isso ocorra, assim como ocorreu com aparelhos de celular, notebooks e diversos produtos ou serviços que antes eram para poucos. Há muitas lojas que vendem produtos feitos com material reciclável, porém as vendas não emplacaram de vez pelo preço. 


Assista clicando nos links,  veja alguns videos sobre casas sustentáveis: 

Lançado em 2011 pela CBF e pela Nike, o uniforme da seleção brasileira de futebol é totalmente reciclado. Duas versões do modelo sustentável estavam sendo vendidos, sendo que a oficial tinha o preço sugerido de R$ 239,90, e a réplica R$ 189,90. Que você acha desses preços? Em nossa realidade, até mesmo implantar recursos para utilizar água da chuva sai super caro. Portanto, independente da boa vontade que se tenha ainda é inviável praticar a sustentabilidade sem investir em educação ambiental e baratear os custos. 




DICAS DA AKATU:
  • Recicle suas atitudes e pratique os oito 'Rs' 
  1. Reduzir 
  2. Reutilizar 
  3. Reciclar
  4. Respeitar
  5. Refletir
  6. Reparar
  7. Responsabilizar-se
  8. Retuitar.

  • Reduza os impactos e os desperdícios de suas festas;

  • Não compre produtos piratas ou contrabandeados;

  • Dispense os pacotes para presente;

  • Faça doações – Troque os seus presentes em benefício de ONGs e entidades de ação social.

  • Doação em dinheiro é sempre melhor.

PARA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE ACESSE Sustentabilidade/A tarde

Humor x Realidade: Brasil 2014


terça-feira, 5 de junho de 2012

Engenharia de ponta!


"No caráter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade é a suprema virtude."
(Henry W. Longfellow)




"O sucesso dos outros me faz acreditar que é possível. 
Mas somente acreditar não basta, é necessário fazer!"
(Fernando Lapolli)


"Toda inspiração, deveria ser seguida de ação, se tentar e não conseguir, aquela experiência, o fará mais sábio que antes"
(Ivan Teorilang)



"A alegria que se tem em pensar e aprender faz-nos pensar e aprender ainda mais."
(Aristóteles)



"Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida."
(Confúcio)


]


"Construir pode ser a tarefa lenta e difícil de anos. 
Destruir pode ser o ato impulsivo de um único dia."
(Winston Churchill )


"Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos."
(Friedrich Nietzsche)


"Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida."
(Platão)


"Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico."
(Sêneca)


"Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. 
Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito."
(Aristóteles)



"A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez."
(Friedrich Nietzsche)



"Uma atmosfera de amor em sua casa é muito importante. 
Faça tudo que puder para criar um lar tranquilo e com harmonia."
(Dalai Lama)




"A persistência é o menor caminho do êxito."
(Charles Chaplin)



"O esforço chama sempre pelos melhores."
(Sêneca)


"Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota."
(Madre Teresa de Calcuta)



"O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos."
(Elleanor Roosevelt)



"O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência."
(Henry Ford)



"A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável."
(Mahatma Gandhi)

Imunização: Funcionamento de Rede de Frio

Rede de frio ou Cadeia de Frio

Segundo o Ministério da Saúde (2001), A Rede de Frio ou Cadeia de Frio é o processo de armazenamento, conservação, manipulação, distribuição e transporte dos imunobiológicos do Programa Nacional de Imunizações, e deve ter as condições adequadas de refrigeração, desde o laboratório produtor até o momento em que a vacina é administrada.

Como funciona

Se estende nos 3 níveis de atenção à saúde, então:

À nível central - O Ministério da Saúde é o responsável pela aquisição, confecção e distribuição dos imunobiológicos, assim como pela elaboração e discussão do calendário vacinal, estratégias de bloqueio e campanhas.

À nível regional (estados da União) -  Sua responsabilidade compreende o encaminhamento de materiais e imunobiológicos a seus municípios, definidos em cotas com base no número de nascidos vivos e na elaboração de estatísticas utilizadas para a sala de imunização.

À nível local (municípios) - Responsável pela implementação do calendário vacinal proposta, armazenamento dos imunobiológicos recebidos de acordo com a cota preestabelecida, elaboração de estratégias, vigilância epidemiológica, bloqueio e operacionalização do Programa Nacional de Imunização.

Composição da Cadeia de Frio

LABORATÓRIO PRODUTOR ---> CÂMARA FRIA (Instância Nacional) --->Caixa Térmica (transporte) ---> CÂMARA FRIA (Instância Estadual) Freezers ---> Caixa Térmica (transporte) ---> CÂMARA FRIA (Instância Regional) - Geladeira Comercial/Geladeira/Freezer ---> Caixa Térmica (transporte) --> Instância local - Geladeira/Caixa Térmica ---> Vacinação



Mas se houver falha nesse processo, cabe ao enfermeiro implementar estratégias no seu ambiente de trabalho. Todo o  controle é feito através de termômetros. Os imunobiológicos dever ser acondicionados em temperatura +2°C e +8°C, esta temperatura é preconizada pelo MS para garantir a qualidade dos produtos no interior das geladeiras e dentro das caixas térmicas.

Lembrar que a temperatura do equipamento deve ser verificada duas vezes ao dia, ao chegar ao trabalho e ao findar das atividades e a cada verificação anotar os valores no mapa de temperatura, que deve estar afixado à porta da geladeira.

São utilizados:
  • Termômetro de máxima e mínima - utilizado entre a primeira e segunda prateleira e no centro da grade para não comprometer a temperatura do refrigerador.
  • Termômetro Linear 
  • Termômetro de cabo extensor 

Durante o funcionamento da sala de vacina, deve-se utilizar caixas térmicas ou de isopor para o acondicionamento das vacinas. Sendo que a caixa utilizada deve estar em condições adequadas de uso, de modo que o profissional deve limpá-la e secá-la. A higienização deve ser feita com uso de álcool a 70%, no inicio e no final do turno de trabalho. Deve-se observar  a vedação da caixa, evitando assim a alteração de temperatura para a conservação de vacinas. Quanto às paredes da caixa, não deve haver qualquer rachadura ou dano.

O ideal é ter 4 caixas e de cores diferentes para facilitar a operacionalização do setor. 

Caixa térmica

Caixa térmica

No inicio de cada turno, retirar 4 bobinas de gelo reciclável ou gelox e deixá-las em cima da tampa da  caixa térmica, por 15 minutos. Colocar cada bobina de gelo reciclável nas extremidades da caixa térmica /isopor por 15 minutos. Após esse período fora do congelador, as bobinas deverão ser secadas e arrumadas na caixa térmica/isopor. Colocar um termômetro  do modelo linear e depois disso, mantê-la fechada por um período de 20 minutos. Ao fim desse tempo, deve-se checar se a temperatura está entre +2°C e +8°C. Somente após a confirmação dessa temperatura, os imunobiológicos podem ser condicionados  na caixa térmica/isopor. Depois de utilizado, o termômetro deve ser guardado na porta da geladeira.                                                    


Atenção às bobinas, pois em regiões muito quentes, atenção às bobinas quando estiverem 'suando' muito na caixa. Elas devem ser trocadas!

É imprescindível conhecer como se deve armazenar os imunobiológicos na sala de vacina da unidade de saúde, para isso o uso de geladeira exclusiva e com organização como predetermina o Ministério da Saúde é fundamental, para a conservação do material. Portanto, essas geladeiras devem permanecer constantemente ligadas e devem estar ligadas a tomadas com saída para um gerador, porque se houver falta de luz ou oscilação na corrente elétrica não comprometerá a qualidade dos imunobiológicos. Porém, se faltar energia, a temperatura interna da geladeira poderá ser mantida por até 8 horas, sem perda dos imunobiológicos armazenados. É imprescindível que se houver queda de energia, o fato seja registrado no mapa  de temperatura em observação.

Se a geladeira apresentar defeitos, chamar um técnico imediatamente!

Caso o problema exceda por mais de 4 horas e a depender da condição climática local por mais de 6 horas, deve-se acondicionar os imunobiológicos em caixas térmicas até a transferência para outra geladeira em um local próximo ao serviço de saúde ou outro local estabelecido pela Secretaria de Saúde. Porém, esse prazo só deve ser levado em conta se a geladeira estiver em conformidade com as exigências do MS, tais como:
  • Antes de apresentar o defeito estar funcionando em perfeitas condições;
  • A  borracha da porta deve estar vedando adequadamente;
  • A geladeira dispõe de termômetro de máxima e mínima;
  • Controle diário da temperatura da geladeira;
  • Presença de bobina de gelo reciclável;
  • Presença de garrafas de água para conservação de temperatura na última gaveta.
Cuidados básicos para usar a geladeira que otimizam a sala de vacina e garantem a proposta de imunizar a comunidade com eficácia:
  • A geladeira deve estar instalada em local arejado, distante de fonte de calor;
  • Deve estar afastada em 20 centímetros da parede;
  • Local onde for colocada a geladeira deve ser nivelado;
  • O ambiente onde ficar a geladeira deve ser climatizado e fora de incidência de luz solar;
  • Deve-se manter um aviso em local de fácil visibilidade um alerta sobre não colocar alimentos ou bebidas na geladeira de vacinas;
  • É preciso informar que a geladeira não deve ser aberta fora do horário de retirada ou de guardar as vacinas;
  • Na base da geladeira deve haver um suporte com rodas;
  • Deve-se ter uma tomada exclusiva para a geladeira;
  • A leitura da temperatura deve ser feita diariamente antes do  inicio das atividades na sala de vacina e também no final da jornada de trabalho. As anotações devem ser feitas no formulário de controle diário de temperatura;
  • Não se deve armazenar nada na porta da geladeira;
  • Evita colocar objetos que dificultem a circulação do ar em seu interior;
  • A vedação de borracha da porta deve estar funcionando adequadamente;
  • Limpeza e degelo deve ser realizada a cada 15 dias ou quando a camada de gelo estiver com espessura maior que 0,5 cm;
  • Lavar a geladeira com água e sabão neutro ou álcool à 70% (sem encharcar);
  • O mapa de temperatura deve ser afixado na porta da geladeira.

Quanto à organização da geladeira da sala de vacina

CONGELADOR: Colocar somente bobinas de gelo reciclável na posição vertical. Esta norma contribui para a elevação lenta da temperatura, oferecendo proteção aos imunobiológicos na falta de energia elétrica ou defeito do equipamento.

PORTA: Não colocar nenhum produto, nem mesmo imunobiológicos.

PRIMEIRA PRATELEIRA: Armazenar as vacinas virais que podem ser submetidas à temperatura negativa (contra poliomielite, sarampo, febre amarela, tríplice viral, dupla viral) empilhadas nas próprias embalagens (caixas), tendo-se o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas, permitindo a circulação de ar entre as caixas. Importante também o uso de bandeja perfurada. Obs.: considerando que a instância regional e/ou estadual possui freezers para armazenamento de vacinas à temperatura de -20ºC, esta prateleira pode, com os devidos cuidados, ser utilizada para as vacinas conservadas em temperatura entre +2ºC e +8ºC.

É preciso dispor essas vacinas afastadas, no mínimo 15cm (quinze centímetros) da parede de fundo da geladeira (na parede de fundo da primeira prateleira está localizado o ponto mais frio desta geladeira). Deve-se ter também o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas permitindo a circulação de ar entre as caixas.

SEGUNDA PRATELEIRA: devem ser armazenadas as vacinas que não podem ser submetidas à temperatura negativa (dT, DTP, Hepatite B, Hib, influenza, TT, BCG, Pneumococo, pólio inativada, DTaP, rotavírus, meningocócica, pneumocócica) e portanto devem ser armazenadas em temperatura a +2ºC, empilhadas nas próprias embalagens (caixas), tendo-se o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas permitindo a circulação de ar entre as caixas; No centro desta prateleira, deve-se colocar termômetro de máxima e mínima na posição vertical (em pé);

TERCEIRA PRATELEIRA: pode-se colocar caixas com diluentes, soros ou caixas com as vacinas de conservação a +2ºC, empilhadas nas próprias embalagens (caixas), tendo-se o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas, permitindo a circulação de ar entre as caixas;

COMPARTIMENTO INFERIOR: deve-se manter no mínimo 30 garrafas com água colorida à base de iodo ou corante. Esse procedimento é importante porque contribui para a manutenção da temperatura interna a +2ºC e para que na falta de energia elétrica ou defeito do equipamento a elevação da temperatura interna seja mais lenta;


Quanto às vacinas:
  • Importante ter controle de horário de diluição, ou seja, de reconstituição das vacinas para garantir sua eficácia;
  • Atentar quanto à validade das vacinas após reconstituição, estas deverão ser devidamente protegidas por seringa e agulha descartáveis;
  • Em caso de alerta aos imunobiológicos sob suspeita - nas situações de emergência, a instância imediata superior da Rede de Frio é informada sobre os detalhes da intercorrência. Nesses casos a Secretaria Estadual de Saúde informa ao PNI; 
  • Em caso de permanência dos imunobiológicos fora da temperatura recomendada ou apresentarem alteração no aspecto químico/físico e até mesmo provocarem eventos adversos graves devem ser considerados sob suspeita, então em alguns casos devem ser submetidos a processos de análise ou a reteste.
OBS.: Descarte de imunobiológico sob suspeita, reutilização ou envio para reteste são decisões a serem adotadas em conjunto e nunca isoladamente. E a instância local, onde houver a intercorrência deve informar o fato ao distrito ou à regional de saúde, que discutirá e definirá com a instância estadual e esta com o PNI, qual conduta deve ser adotada.

Todo imunobiológico sob suspeita deve ser notificado imediatamente à instância superior através do preenchimento do formulário para Avaliação de Imunobiológicos sob suspeita, o qual deve ser envido pela Coordenação Estadual do PNI à Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações. Que avaliará a situação de suspeita recomendando ou não o reteste, que é um processo bastante caro ou então, será indicada a autorização para uso ou descarte desse imunobiológico.

Quais as providências adotadas ao colocar um imunobiológico sob suspeita?
  • Suspender seu uso de imediato e mantê-lo sob refrigeração adequada;
  • Registrar no formulário de  Avaliação de Imunobiológicos sob Suspeita: Número do lote, quantidade, prazo de validade do lote, apresentação, laboratório produtor, local e condições de armazenamento. Assim como, descrever o problema identificado e a alteração de temperatura verificada, também a ocorrência de alterações anteriores e outras informações sobre o momento da detecção do problema.
  • Contatar a instância da Rede de Frio imediatamente superior e discutir qual destino dar a este imunobiológico. Se for o caso, aguardar os resultados de reanálise e orientação para uso ou descarte deste produto.




ACESSO AO MANUAL DE REDE DE FRIO



segunda-feira, 4 de junho de 2012

Meme e Enfermagem


Hipertensão em idoso


Hipertensão é um problema de saúde que não pode ser negligenciado e constitui um problema de grande prevalência na população brasileira. Devido às alterações dos vasos sanguíneos associadas a idade, principalmente a vasoconstricção, muitos idosos tornam-se hipertensos. Encontram-se sob maior risco, negros e pessoas com histórico de hipertensão, Acidente Vascular Cerebral ou Infarto Agudo do Miocárdio.

A hipertensão é uma doença da circulação vascular resultante do funcionamento defeituoso dos mecanismos de controle da pressão (sistema nervoso central, sistema renina-angiotensina-aldosterona, volume de líquido extracelular). Em relação ao sistema cardiovascular, à medida que o indivíduo envelhece, ocorrem alterações estruturais e funcionais. Há redução das células excitocondutoras do coração, com depósito de colágeno e substituição parcial por tecido adiposo, além de calcificação e fibrose nos tecidos valvulares, especialmente nos anéis mitral e aórtico. Ocorre, ainda, degeneração das grandes artérias, com ruptura e perda de fibras de elastina, depósito de cálcio e colágeno, espessamento da parede vascular e diminuição da elasticidade. A explicação básica é que a pressão arterial é elevada quando existe débito cardíaco aumento mais resistência vascular periférica aumentada. É importante salientar que a hipertensão não tem cura, mas pode-se tratá-la. Em emergências hipertensivas é comum a administração parenteral  de vasodilatador ou de um inibidor adrenérgico. Porém, também são recomendados fármacos como nifedipina, clonidina, captopril ou labetalol para auxiliar na redução da pressão arterial. 




O papel de enfermagem frente a prestação de cuidado ao idoso hipertenso, é estimular a autonomia do indivíduo e o auto-cuidado. A enfermagem deve estar atenta aos riscos de lesão relacionado com as complicações da hipertensão. Portanto, é preciso que oriente ao cliente a não deixar de comparecer às consultas periódicas para avaliação da pressão arterial ou se possível, ter alguém a disposição para fazer essa aferição em domicílio. Pode-se treinar algum parente ou pessoa próxima, com intuito de detectar elevações persistentes ou graves. Outra atribuição da enfermagem, é estar atenta a quaisquer sinais ou sintomas anormais. Estando atento à estas tarefas, evitará disfunção de qualquer sistema do organismo, principalmente do cardiovascular e do renal. 




É importante também avaliar o conhecimento do paciente a cerca da hipertensão e seu tratamento. O profissional deve valorizar o conhecimento do paciente para o sucesso do tratamento.




Quanto o paciente sabe sobre a hipertensão? 

Ele sabe como controlar esta patologia? 

Sabe quais agravos essa doença pode provocar? 


Estimular o paciente a participar do processo de aprendizagem para adquirir conhecimentos sobre a patologia e seu tratamento. Sendo assim, é preciso que o paciente seja ativo em todo o processo, ficando ciente das limitações, compreendendo a necessidades da mudança de hábitos prejudiciais, tomando as medicações de modo correto, em grande parte dos casos requer que alguém faça acompanhamento para evitar que seja feito uso errôneo e evitar esquecimentos. Uma dica é fazer um check list com o nome das medicações e horários que devem ser tomadas, evitando controle ineficaz do regime terapêutico individual. Principalmente nos casos de uso contínuo, mesmo quando o paciente está assintomático. Ao perceber que o cliente compreende a importância de adesão ao tratamento, a enfermagem deve considerar como um ponto positivo quanto aos resultados esperados. Em casos de internação hospitalar por crise hipertensiva, deve-se verificar se o paciente estava em uso dos anti hipertensivos prescritos. Muitas vezes o paciente por diversas razões deixa de fazer uso, por motivos diversos, mas a enfermagem deve questionar o porque. Quando a questão permeia o financeiro, deve-se encaminhá-lo ao Serviço Social. Também é preciso orientá-lo que há serviços de saúde nos municípios brasileiros que disponibilizam medicações gratuitas, informações nas Secretarias de Saúde. 


A intervenção de enfermagem deve estar pautada em prevenção de riscos e agravos referentes ao adoecimento. Em caso de comunidade, é imprescindível a participação popular em programas de educação em saúde, onde além de adquirir conhecimento, o paciente pode colaborar com o seu empirismo. Dessa forma, estará assistido quanto à sua saúde e também compartilhará de suas experiências, sejam elas positivas ou negativas. Porém é importante saber como intervir e corrigir ações que o coloque em condição de risco à saúde.  Essa interação promove inclusão social, importante nos aspectos biopsicossocial. 




Se durante a triagem houver elevação de pressão, antes do exame deve-se checar:
  • Condição do esfigmomanômetro e do estetoscópio;
  • Cerificar se o tamanho do manguito do esfigmomanômetro é adequado à circunferência do braço do cliente;
  • Aferição em ambos os braços e nas posições supina, sentada e ereta;
  • Questionar se o cliente fumou;
  • Questionar se ingeriu bebida alcoólica ou que continha cafeína;
  • Passou por estresse emocional.
IMPORTANTE

Monitorar e registrar a pressão arterial pelo menos duas vezes por semana,  esses resultados devem ser levados ao médico que faz o acompanhamento do paciente. Deve-se estimular exercícios leves, tais como caminhadas ou atividades apreciadas pelo idoso, sendo estas adequadas a sua condição física e de saúde. A dieta deve ser acompanhada pelo nutricionista, devendo evitar o excesso de sal e gordura nas refeições; evitar consumo de bebida alcoólica e excesso de cafeina; aderir a alguma atividade terapêutica tais como pintura, música ou qualquer outro que o indivíduo aprecie. Tomar medicações corretamente e monitorar a pressão constantemente.


Cuidar & Ser cuidado




“Tudo que existe e vive precisa ser cuidado para continuar
existindo. 
Uma planta, uma criança, um idoso, o planeta
Terra. 
Tudo o que vive precisa ser alimentado. 
Assim,
o cuidado, a essência da vida humana, precisa ser
continuamente alimentado. 
O cuidado vive do amor, da
ternura, da carícia e da convivência”. 

(BOFF, 1999)

sábado, 2 de junho de 2012

Receita de bolo de milho da Palmirinha


Receita de Bolo de fubá com calda de chocolate


MASSA: 2 xícaras de chá de açúcar; 3 ovos (claras separadas); 1/2 xícara de chá de óleo de milho; 1 xícara de chá de leite; 2 xícaras de chá de farinha de trigo;  1 xícara de chá de fubá; 1 colher de sopa de fermento em pó; Raspas de limão (opcional) 

CALDA: 100 g de chocolate em barra; 1 lata de creme de leite sem o soro 


MODO DE FAZER 


Na vasilha da batedeira, coloque o açúcar, as gemas e o óleo. Misture os ingredientes e bata. Junte o leite, as raspas de limão (opcional), a farinha de trigo, o fubá e o fermento (peneirados). Bata, acrescente as claras em neve e misture delicadamente. Coloque em forma redonda, untada e polvilhada. Pré-aqueça o forno a 150º C e asse por 30 minutos, na temperatura 180º C. Retire o bolo da forma e regue com caldo de chocolate. 

Para a calda de chocolate, aqueça o creme de leite, desligue e junte o chocolate raspado. Misture até derreter o chocolate.


Por: Palmirinha Onofre

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