O Blog H. Sweet Secret é um espaço que compartilho conteúdo diversificado. Surgiu em 1° de dezembro de 2011, sendo que inicialmente não sabia ao certo qual estilo pretendia adotar e até mesmo, se deveria focar em apenas uma temática. Com o passar do tempo, fui postando uma diversidade de conteúdos e assim mantive, até porque aprecio dinamismo. Espero que façam bom uso do meu espaço. Grata a todos que acessam!
terça-feira, 3 de abril de 2012
Dica: Widget de mensagem com flash
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segunda-feira, 2 de abril de 2012
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domingo, 1 de abril de 2012
Mapa do Amor (Ailton Amélio) Cap.1
Este post é exclusivo sobre o primeiro capítulo do livro de Ailton Amélio
A discussão do primeiro capítulo de "O mapa do amor", do autor Ailton Amélio, é bem interessante e nos leva a fazer uma autoanálise de quem somos ante nossas relação amorosas e interpessoais. No primeiro capítulo, já me peguei pensando em como vejo o amor e em seu significado. Às vezes, vejo o amor entre homem e mulher como uma utopia, mas acredito na pureza dele quando se trata de laços reais entre mãe e filhos. Já fui mais aberta ao 'amor', acreditando na possibilidade de haver uma alma gêmea, mas isso deve ser possível, porém não creio na existência de príncipe encantado. Prefiro um ser humano cheio de qualidades e defeitos! Você já analisou a sua capacidade para sentir atração amorosa? Bem, segundo Ailton Amélio, "é imprescindível para o sucesso do início de um relacionamento amoroso." Nesse quesito, me sinto meio capenga...kkkk E mais, a atração é o divisor de águas, no sentido que nos leva a escolher amigos e amores/paixões. Além, de funcionar como 'fonte de energia' que nos leva a ações a fim de conquistar o alvo. Também são relatadas teorias sobre o amor, sobre o estilo de amor de Lee, a teoria do apego de Bowlby, aplicada ao amor romântico e a teoria da expansão do eu, de Aron e Aron. Um ponto importantíssimo, é a afirmação: "..., existem diversos tipos de amor." Sempre acreditei nisso, creio que não há uma forma única de amar e de demonstrar esse sentimento, até porque somos seres com essência distinta. E mesmo quem não viveu um amor, pode observar a vida alheia e tirar suas próprias conclusões. Está mais que claro que existe essa individualidade no modo operandi do amor, e quem não enxerga isso, certamente sofre consequências.
Não seria muito interessante, viver na mesma frequência do mundo, seguindo a risca regras para algo tão peculiar como o amor, que o autor reconhece ter vários estilos e relata sobre a variedades de motivos para se apaixonar. Os estilos primários de amor abordados no livro são Eros, Estorge e Ludos. Me identifiquei com o Estorge, que acontece gradualmente, diferente de Eros, que é imediatista e o Ludos, um joguete onde participam pessoas diferentes e emoções não são levadas a sério. Também há os estilos secundários de amor, resultantes da fusão de estilos primários. São apresentadas tabelas referentes à pesquisas em diversos países sobre estilos de amor, quantitativos sobre relações amorosas, estado afetivo. Outro ponto interessante, é sobre a teoria do apego de John Bowlby, um psiquiatra inglês, relacionando a influência do estilo de apego de quem cuida ao comportamento a ser desenvolvido pela criança cuidada. Porém, um estudo descrito e exposto em tabela no livro, afirma que quanto mais velha é a pessoa menor se torna a influência de quem a cuidou, devido às suas experiência de vida e de outras relações. Vejo, partindo do princípio que nós humanos somos como buchas, absorvemos tudo o que nos cerca e cabe a nós decidirmos como agiremos ante às situações e como estabeleceremos relações. Essa teoria é subdividida em três estilos: seguro (consegue estabelecer facilmente relação íntima), ansioso ambivalente (inseguro quanto à postura do outro) e evitativo (teme confiar no outro). Outra teoria relatada, é a 'Teoria da Expansão do Eu', que afirma que para que alguém se apaixone requer afinidade, é preciso que haja uma percepção de que é possível a formação de unidade amorosa, de modo que o casal se complete. No nosso meio de convívio, há sempre alguém que por uma particularidade nos chame atenção, mesmo que não seja recíproco, mas é fato comum. Geralmente, há algo na outra pessoa que gostaríamos de ter como uma característica nossa, então essa união nos leva a integrar estas características. O exemplo citado no livro, é bem definido, quando alguém é capaz de ampliar o universo do parceiro, tornando sua vida mais feliz, permitindo a expansão de seus horizontes. Havendo uma integração das partes, ambos sentem-se completos.
A capacidade de sentir atração amorosa varia entre os indivíduos, mesmo estando num relacionamento, tanto para o homem quanto para a mulher, é possível desenvolver atração por outros, sendo mais fácil para o homem. Nós mulheres, somos mais seletivas, nossa lista de pré-requisitos para isso não é tão simples, ao contrário dos homens. Eles se entregam mais facilmente à superficialidade de relações, enquanto as mulheres são dadas aos amores intensos. Embora a fidelidade, não seja garantida pela formação de compromisso, ao estabelecermos laços afetivos torna-se possível um autocontrole maior, mas não garante evidentemente. Porque podemos sucumbir a tentação.
Outro dado apontado pelo capítulo é sobre casamentos, referente a pesquisa efetuada por Levine et al. (1995), colocando o amor como um elemento importante para o casamento principalmente na cultura ocidental e a mesma pesquisa evidencia uma transição nas opiniões entre países como Índia e Paquistão, onde o casamento arranjado é comum.
Para saber mais detalhes, recomendo comprar o livro. É possível compreender a mensagem, lendo os capítulos aleatoriamente. Comecei assim, depois fiz a leitura de modo mais atencioso, do inicio ao fim.
Não seria muito interessante, viver na mesma frequência do mundo, seguindo a risca regras para algo tão peculiar como o amor, que o autor reconhece ter vários estilos e relata sobre a variedades de motivos para se apaixonar. Os estilos primários de amor abordados no livro são Eros, Estorge e Ludos. Me identifiquei com o Estorge, que acontece gradualmente, diferente de Eros, que é imediatista e o Ludos, um joguete onde participam pessoas diferentes e emoções não são levadas a sério. Também há os estilos secundários de amor, resultantes da fusão de estilos primários. São apresentadas tabelas referentes à pesquisas em diversos países sobre estilos de amor, quantitativos sobre relações amorosas, estado afetivo. Outro ponto interessante, é sobre a teoria do apego de John Bowlby, um psiquiatra inglês, relacionando a influência do estilo de apego de quem cuida ao comportamento a ser desenvolvido pela criança cuidada. Porém, um estudo descrito e exposto em tabela no livro, afirma que quanto mais velha é a pessoa menor se torna a influência de quem a cuidou, devido às suas experiência de vida e de outras relações. Vejo, partindo do princípio que nós humanos somos como buchas, absorvemos tudo o que nos cerca e cabe a nós decidirmos como agiremos ante às situações e como estabeleceremos relações. Essa teoria é subdividida em três estilos: seguro (consegue estabelecer facilmente relação íntima), ansioso ambivalente (inseguro quanto à postura do outro) e evitativo (teme confiar no outro). Outra teoria relatada, é a 'Teoria da Expansão do Eu', que afirma que para que alguém se apaixone requer afinidade, é preciso que haja uma percepção de que é possível a formação de unidade amorosa, de modo que o casal se complete. No nosso meio de convívio, há sempre alguém que por uma particularidade nos chame atenção, mesmo que não seja recíproco, mas é fato comum. Geralmente, há algo na outra pessoa que gostaríamos de ter como uma característica nossa, então essa união nos leva a integrar estas características. O exemplo citado no livro, é bem definido, quando alguém é capaz de ampliar o universo do parceiro, tornando sua vida mais feliz, permitindo a expansão de seus horizontes. Havendo uma integração das partes, ambos sentem-se completos.
A capacidade de sentir atração amorosa varia entre os indivíduos, mesmo estando num relacionamento, tanto para o homem quanto para a mulher, é possível desenvolver atração por outros, sendo mais fácil para o homem. Nós mulheres, somos mais seletivas, nossa lista de pré-requisitos para isso não é tão simples, ao contrário dos homens. Eles se entregam mais facilmente à superficialidade de relações, enquanto as mulheres são dadas aos amores intensos. Embora a fidelidade, não seja garantida pela formação de compromisso, ao estabelecermos laços afetivos torna-se possível um autocontrole maior, mas não garante evidentemente. Porque podemos sucumbir a tentação.
Outro dado apontado pelo capítulo é sobre casamentos, referente a pesquisa efetuada por Levine et al. (1995), colocando o amor como um elemento importante para o casamento principalmente na cultura ocidental e a mesma pesquisa evidencia uma transição nas opiniões entre países como Índia e Paquistão, onde o casamento arranjado é comum.
Para saber mais detalhes, recomendo comprar o livro. É possível compreender a mensagem, lendo os capítulos aleatoriamente. Comecei assim, depois fiz a leitura de modo mais atencioso, do inicio ao fim.
sábado, 31 de março de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
Livro 10 - O mapa do amor
- O Mapa do Amor- Tudo o que você queria saber sobre o amor e ninguém sabia responder. Fundamentado em pesquisas nacionais e internacionais, Ailton Amélio desvenda a trama intricada dos relacionamentos amorosos, desde as formas de abordagem mais comuns entre os casais: o jeito de olhar, a postura durante o jogo da conquista, o gestual e os diálogos até as situações limitadoras desse envolvimento, como a timidez.
- Editora: Gente
- Autor: Ailton Amélio
Ano: 2001
- Edição: 4
- Número de páginas: 309
Filme: A fera
Diretor: Daniel Barnz
Elenco: Vanessa Hudgens, Alex Pettyfer, Mary-Kate Olsen, Neil Patrick Harris, Peter Krause, Lisa Gay Hamilton
Produção: Susan Cartsonis
Roteiro: Daniel Barnz, baseado no romance de Alex Flinn
Fotografia: Mandy Walker
Trilha Sonora: Marcelo Zarvos
Duração: 86 min.
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Fantasia
Sinopse: Kyle (Alex Pettyfer) era um jovem bem sucedido e cobiçado pelas mulheres, que defendia que a aparência era tudo. Um dia, ao tentar humilhar Kendra (Mary-Kate Olsen), ela lhe lança um feitiço que o deixa com o rosto desfigurado. Envergonhado com o visual, ele se esconde e passa a viver isolado em um apartamento comprado pelo pai, tendo a companhia de sua empregada Zola (Lisa Gay Hamilton) e Will (Neil Patrick Harris), um professor cego contratado para lhe dar aulas particulares. A maldição tem o prazo de um ano, sendo que caso Kyle consiga fazer com que uma mulher consiga amá-lo pelo que ele é, não por sua aparência, ela será desfeita. Desiludido, Kyle volta a ter esperanças quando se aproxima de Lindy (Vanessa Hudgens), uma colega de colégio bem diferente das mulheres com quem conviveu até então.
Assista: A fera (online)
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